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Síndrome do bela adormecida

Quem nunca ouvir falar no conto da Bela Adormecida, a princesa que entra em sono profundo até ser despertada pelo príncipe encantando? Até alguns anos atrás, essa história não era mais que mera ficção e ninguém imaginava que pudesse passar dias ou até semanas dormindo sem parar. Entretanto, a doença de Kleine-Levin (SKL), apelidada como “Síndrome de Bela Adormecida”, é um distúrbio neurológico que faz com as pessoas durmam de forma ininterrupta por longos períodos.

O que é a Síndrome da Bela Adormecida

Como dito anteriormente, a síndrome é causada por alguma desordem neurológica, mas ainda não se sabe com certeza o que causa o distúrbio. Alguns estudos apontam ligações com infecções e outras doenças, mas ainda não há certeza nessa teoria.

Esta síndrome é caracterizada por episódios de hipersonia, facilmente associados a distúrbios comportamentais e cognitivos. O período de sono dura de 16 horas a três semanas seguidas.

Adolescentes do sexo masculino são os mais afetados e a doença pode acarretar outros problemas, como irritabilidade, hipersexualidade e hábito de comer compulsivamente. Geralmente, quem sofre de SKL fica desorientado, apático e confuso, além de não conseguir realizar tarefas corriqueiras, como estudar, trabalhar ou cuidar da higiene pessoal. O fato de passar muitas horas deitado, na maioria das vezes na mesma posição, pode dar dores fortes no corpo, se o colchão não for adequado, e também comprometer a nutrição do paciente, causando anemia e outras doenças.

Como diagnosticar

O diagnóstico ainda é muito difícil porque ainda não existem muitos casos comprovados do distúrbio. Então, os médicos precisam ir pelo método de exclusão. Um dos indícios que levam os especialistas a cogitarem a SKL é a incidência de hipersonia, sono prolongado durante a noite e vontade excessiva de dormir durante o dia.

Tratamento

Tratar a Síndrome da Bela Adormecida é tão difícil quanto diagnosticá-la. Ainda não há nenhum meio específico e definitivo de cura. O que pode ser feito é tentar atingir aspectos específicos da doença com medicamentos que retardam a sonolência diurna e que tratam de sintomas psíquicos subjacentes. O fato é que a doença de Kleine-Levin pode desaparecer tão misteriosamente quanto surge.

De qualquer forma, é importante que não se tente manter uma pessoa com essa síndrome acordada nem tente despertá-la, pois ela não consegue acordar. Caso sinta que seu nível de sono está muito alto, siga a dica da Euro Colchões e procure um especialista!

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